quarta-feira, 29 de maio de 2013

Eu e Você

Você diz que me ama
Sei que não me engana
Mas as vezes parece que não
Um jogo de palavras
Eu posso sair magoada
Mas estou nas suas mãos
Não adianta se fazer
Sei que amo você
Cada vez mais e mais

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Amor


O Amor não é para todos. 
Tem que se estar ciente de que pra maioria das pessoas, vai doer muito mais tempo do que ser bom.
Mas também não dá pra desistir e se esconder.
Se eu tivesse me escondido, como iríamos nos encontrar?

quinta-feira, 14 de junho de 2012

se eu quisesse

Se eu quisesse..., se eu quisesse tinham 5 ou 6 mulheres que brigariam pra ser minha namorada. Na verdade as mulheres estão um pouco loucas, não se pode tratar bem que já acham que tu é pra casar. Não é que seja sempre assim, as vezes até me estremeço por alguém, mas... É a vida, não é mesmo?
As vezes que me apaixonei cheguei a pensar que daria certo. Cheguei a pensar que seria feliz.
Os anos passaram e já nem me lembro do rosto dela. A saudade mudou direto para indiferença.
A grande primeira paixão. Aquela que todos acham que vai ser a única pra sempre super romântico, mas a curiosidade do "o que mais" derruba o encantamento.

I NEVER THOUGHT

I NEVER THOUGHT...
...THAT THE LOVE OF MY LIFE COULD SAY THOSE WORDS

domingo, 5 de fevereiro de 2012

descoberta - a piada

Pode parecer piada lésbica, mas realmente depois que eu me “descobri” (leia-se tomei coragem) que era lésbica eu gradualmente fui me tornando mais masculina.
Muito desta mudança deve-se ao fato de que eu tentava não parecer sapata aos olhos do mundo pois aos meus olhos eu sempre fui.
Tentava usar uma roupa mais feminina, tentava andar mais feminina, frequentava locais para acharem que eu era feminina, mas nada adiantava sempre tinha aquele detalhe que eu sabia que me entregaria caso algum(a) Highlander me visse.
As tatuagens são um campo a parte, elas vieram naturalmente depois dos 18, mas as escolhas vão se explicando.
Vamos por partes então.
A “descoberta” foi na época que iria fazer 25 anos. Já usava cabelos curtos mas a roupa era de “pati” sempre de saltinho, bolsa de alça curta (pra não andar atravessada, sabe?), vestido e saias.
Durante os primeiros meses já dava pra perceber as mudanças, a saia ainda estava no guarda roupa mas os saltos já tinham sido aposentados.
Hoje ao pensar sobe a tal piada lésbica, que sempre indica que nós acabamos nos masculinizando, vide Tammy Gratchen, vejo que pode ser real mesmo.
Mas não acho que a “culpa” seja de alguém, é a natureza de cada uma.
Antes ao tentar ser quem eu não era, me vestir daquela forma, sem dúvida me machucava. Me machucava o fato de que eu deveria me vestir diferente do que eu sentia. Mesmo porque eu me vestir como quase menino na minha infância ajudou muito pra esse meu “trauma”, mas quando eu era criança não me importava muito.
A primeira vez que coloquei uma bermudinha um pouco mais larga, aquele AllStar parecendo sujo, e uma blusinha sem frescuras, bah esse momento me senti normal. Me senti em casa.
Sei que há muito preconceito ainda com as bofinhos, mas veja bem não sei se sou um, só sei que me vestir feminina somente pra outras pessoas se sentirem melhor não é mais a minha preocupação.
Então se você acha que meu cabelo, minha roupa, ou até mesmo o meu jeito te incomoda, esquece.
Primeiro EU.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O Amor Fêmeo

Já ouvi dizer que o amor é efêmero, mas discordo.
O amor para ser verdadeiro deve ser fêmeo, como fêmea é a Felicidade, a Vida e a Paixão.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

unhas

Eu e minha mulher vendo TV.
Eu:  - Amor?
Ela: - Que?
Eu:  -Tu tá com as unhas curtas?
Ela: - Ahhhhh!
Eu: - Amor, tu entendeu a pergunta?
Alguns segundos depois....
Ela: - Ah! (com cara de caiu a ficha)